soneto de despedida.
é dormir perto do mar
é ter nos sambas inspiração
nas noites quentes, por que não?
meu destino é ser boêmio
é ser sempre antigo e símio
ser soneto, sonho, e vinho
ser assim sempre sozinho
no destino velejar
ei de um dia me encontrar
nos braços de Iemanjá
beijando-lhe as mãos de aço
do coração só dois pedaços
e de ti levarei só abraços.
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