teus efeitos soltos.
cinzas e sussurros de pouca voz
saltos, assustados pro nosso futuro
ossos, soltos sobre a solidão do asfalto
lágrimas, rolam sobre a imensidão dos safáris
sustos, surtos de poetas insanos
sacos, das lendas de noites urbanas
socos, distribuídos aos pobres
sopas, salgadas de preços abusivos
sinto, o sopro da solidão sofrida
ouço, o som do céu nascer
lustro, o sol saboreando o selo matinal
soneto, neutro de sombra surreal
fico, sentado assistindo o sexy
rebolar dos teus cabelos soltos.
domingo, 7 de abril de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
quero sair, até que o sol não consiga me achar
quero beber, e cantar algum som do tim maia
vou descobrir, as 7 cachoeiras do oeste
vou reluzir, sou do samba sul, eu sou budapeste
vou reunir, uma mão ou multidão de amigos
vamos cair, em casa ou pro mundo inteiro
estar nem aí, pro que dizem pra quem está no meio
e vamos fugir, pra onde haja um tobogã
já dizia Djavan, numa nave com Gilberto
filando aquele na maçã
vou reunir, uma mão ou multidão de amigos
vamos cair, em casa ou pro mundo inteiro
estar nem aí, pro que dizem pra quem está no meio
e vamos fugir, pra onde haja um tobogã
já dizia Djavan, numa nave com Gilberto
filando aquele na maçã
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